8 Princípios da Aprendizagem Hiperconectada

Como fazer com que a aprendizagem hiperconectada seja qualitativa?

Como se promover experiências mais significativas na sociedade conectada em que se tem informação de sobra e conhecimentos atualizados instantaneamente?

Estar conectado hoje é um estado natural. Somos bombardeados diariamente não mais somente pela televisão, rádio, jornais… mas por nossos celulares que estão conosco o tempo todo.

Enquanto chamamos atenção o tempo todo para os processos de produtividade e administração do tempo, buscando otimizar o tempo que é gasto com o acesso e navegação nas mídias sem nos perdemos em tanta informação.

Não percebemos o quanto o mundo digital ao interferir em nossa realidade afetaria todos os processos de ensino.

E como ficam os processos de aprendizagem?

Qual o grau de comprometimento em relação à quantidade de conhecimentos e de informações disponíveis?

Como construir conteúdos que possam acompanhar a continua atualização? 

Segundo Siemens (2004) “a tecnologia reorganizou o modo como vivemos, como nos comunicamos e como aprendemos”. Inevitavelmente a aprendizagem saiu do controle do indivíduo e passa a ser processada de diferentes formas.

A formação de comunidades de prática, de redes de aprendizagem, de grupos de atividades, Estas e outras práticas hoje compõem processos de aprendizagem coletivas e colaborativas.

E estes processos integram o rol de aprendizagens informações que acrescentam nossas experiências e a forma como aplicamos o conhecimento.

E mais, lidar com o excesso é muito mais complicado do que lidar com a escassez.

Com o excesso de informação e de conhecimentos, decidir o que tem valor e qual o significado devemos atribuir passa a ser um desafio.

Habilidades como a de reconhecimento de padrões, identificação e reconhecimento de conexões passam a ser valorizadas.

E não adianta se encher de conhecimento se não for colocá-lo em prática.

A Teoria do Conectivismo de George Siemens (2006) joga uma luz sobre o problema, para que possamos pensar nossos cursos e os conteúdos que deverão estar inseridos neles de forma a lembrar que isto está acontecendo agora.

O processos de aprendizagem estão cada vez mais presentes nas redes sociais e nos grupos informais. Apresentam-se com mais intensidade do que nas salas de aula, sejam presenciais ou virtuais.

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Alexandra Caetano

Sobre a autora

Alexandra Caetano

Consultora de Projetos de e-Learning, Designer Instrucional, Empreendedora educacional, Especialista em EaD, Gestora de Projetos e de Equipes, Especialista em Desenvolvimento e Curadoria de Conteúdos. Com formação nas áreas de exatas, humanas e gerenciais, atuo com e-Learning há mais de 15 anos, ao qual aplico os estudos de marketing digital aliado ao marketing de conteúdo e implementando o marketing de aprendizagem em meus projetos e negócios. Vejo na combinação e-Learning, Empreendedorismo Digital e Tecnologia possibilidade para exponencialmente melhorarmos a qualidade de vida das pessoas e consequentemente do planeta. Tecnologias, Games, Cinema e Histórias, não necessariamente nesta ordem, são grandes paixões, mas antes de tudo posso dizer que sou apaixonada pela vida.

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